segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

"Mas tende bom ânimo, eu venci o mundo"

Desde o dia 2 desse mês que eu não como alimentos embutidos! Hoje fazem 2 semanas e 1 dia! õ/

Resolvi fazer uma tag específica, pois prendendo, além do refrigerante (daqui a um dia, 7 meses sem refri!! uhuuul) e dos embutidos, cortar outras coisas da minha alimentação! ;)



Lista:
18/05/12 - Refrigerante
02/12/12 - Embutidos

domingo, 16 de dezembro de 2012

(Pq deu vontade de postar...xD) - Síndrome da Desilusão Ortográfico-Amorosa



"Não é que seu cabelo não seja no corte que eu sonhei. Nem foi sua regata que me afastou. Não foram seus amigos, seu jeito, a ligação que você demorou tempo demais a fazer. Relevei tudo isso porque você me tinha tão na mão. Eu estava pronta para tudo com você – menos para o seu “ancioso”.Foi aí que veio o Facebook. E eram tantos erros que eu fechei sua página antes mesmo de ler toda a sua timeline. Veja bem, eu encararia numa boa seu celular desligado, suas ex-namoradas no seu pé e até sua dificuldade em ser fiel. A gente superaria isso juntos. Mas não deu para encarar o “concerto do seu computador”, o “encômodo” que você causava, muito menos a “conhecidência de termos nos conhecido”. Nunca mais queria uma coincidência dessa na minha vida.Não lhe pedi muito. Não queria declarações com ênclises, mesóclises e próclises nos lugares certo. Não lhe pedi que usasse o pronome correto, respeitasse a concordância nominal, nem sequer que realizasse bom uso da crase. Tudo isso eu perdoava, que seria de nós se nos prendêssemos às regras intermináveis do português? Mas você me apareceu com um “vossê” e meu coração parou. E não de um jeito bom.Entenda, não foi seu gosto musical. Não foram as baladas que você frequentava, seu jeito de me abraçar e seus sumiços. Não foi beijo insosso nem foi falta de química. É, não foi, com certeza, falta de química ou física. Foi a falta do português. Da próxima vez, meu bem, conquiste-me com um dicionário. Porque, em todos os sentidos, uma língua bem usada é afrodisíaco."

Karine Rosa 


quarta-feira, 28 de novembro de 2012

E se eu fôsse você?

Ele não parava de reclamar. Já estava caminhando a quase 20 minutos, e só estava na metade do caminho. Resmungava a todo instante, "aah, que mochila pesada! Não aguento mais, todo dia levo livro que não acaba mais!", ele se perguntava se valia pena tudo isso que estava passando. Ficando o dia todo fora de casa, pela manhã na escola e a tarde fazendo curso. carregando aquela mochila super pesada, suando.

Já tinha pensando muitas vezes em deixar de levar alguns livros, mesmo sabendo que iria precisar deles para compreender os assuntos e fazer exercícios, ele só queria um pouco de alívio.

Para ele, nada poderia ser pior que aquilo.

E então, no ápice de sua raiva ele desabafou: "Que droga, odeio isso tudo!". Segundos depois, sentiu um cheiro desagradável de suor e mofo. Demorou alguns segundos para perceber que o cheiro vinha dele mesmo, e percebeu que estava de chinelo, short e camisetas surrados e rasgados. O seu cérebro deu um nó, aquilo era impossível, será que tinha desmaiado e fora roubado? Mas porque estaria com aquelas roupas? Não fazia sentido, mas era a única resposta, ele continuou andando, olhou ao seu redor, e percebeu que ninguém o estava encarando, sinal de que ninguém vira o que acontecera: sua farda havia sumido, e no lugar, estava com aquelas vestes agora. Então, notou que ainda estava com um peso nas costas: "Hmm..pelo menos o ladrão não levou minha mochila!", quando passou o peso para sua frente, viu que na verdade aquilo eram duas sacas enormes, uma cheia de garrafas pet e outra com latinhas.

- Ô Lima! Ta moscando ai é? Bora meu filho, "a loja" já vai fechar, temos que apertar o passo pra chegar a tempo de vender! - um rapaz vestindo roupas não menos surradas que a dele e igualmente com duas sacas.

Sem entender, ele o seguiu. Minutos depois chegaram a um centro de reciclagem, onde o outro rapaz colocou cada saca em uma balança diferente. Ele fez o mesmo em outras duas balanças que tinham ali. Uma moça anotou os pesos, e deu uma quantia em dinheiro para cada.

- É, tá ficando tarde, vamos pra casa! - O rapaz sorriu, e tinha dito "casa" com um tom diferente, carregado de sarcasmo.

Ele tinha certeza que estava sonhando, ou melhor, tendo um pesadelo. Aquilo não poderia estar acontecendo, seu nome não era Lima, e ele não era catador.

- Cara, eu não te conheço, não sou catador, estou num pesadelo, só isso, vou acordar daqui a pouco!

- Sim, claro que sim! - O outro disse com um tom de desinteresse.

Aquele pesadelo parecia tão real, porque sua mente estava reproduzindo isto? Ele já estava angustiado. Já fazia meia hora que andavam e não tinham chegado a tal "casa". "Ok, ok. Já posso acordar, acho que isso é pior que um pesadelo, tá tão monótono, pesadelo são aqueles coisas com fantasmas, monstros.. E isso aqui não tem nada disso." Ele só queria que sua mente voltasse para casa, não estava aguentando mais aquilo tudo.

Foi então que viu um adolescente andando na direção oposta, no outro lado da rua. Ele estava fardado, com uma mochila e com cara de poucos amigos, resmungando coisas ininteligíveis. Até que ele simplesmente falou em voz alta: "Que droga, odeio isso tudo!".

O catador se assustou, parou de sobressalto e ficou olhando o garoto passar. O que estava acontecendo? "Me..meu Deus! Será que eu era aquele..."

Naquele momento, ele percebeu que nada poderia ser pior que aquilo.

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Pedras da sabedoria (ou da falta dela)

Tempestade na calmaria
Liquidificador num copo inerte e com água
Pra quê colocar pedra dentro
Se sei o que vou causar?

...
Sei mesmo? Eis a questão!
O melhor a fazer é testar
Testar pra que? Sei o que vou causar

...
Sei mesmo? A dúvida ressoa em meu coração
Êpa, coração não!
Em mim só há espaço para a razão
Ou não? Sei mesmo?

Enfim, deixo a crise de lado
Me domino, e concluo
"Não vou jogar a pedra, tenho minhas convicções"
A dúvida é só sua agora

Por favor, não deixe-se enganar
Está mais que óbvio o que esta pedra ocasionará
Você só não vê se não quiser
Você vê se quiser
Você só vê o que quer
Você quer ver? Sei que não

...
Sei mesmo?

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Bíblia, o livro com fatos científicos mais antigo da história.

Hoje me deu vontade de abordar aqui alguns fatos presentes na Bíblia, e que milênios depois foram "descobertos" por outros. Se estes tivessem a lido, talvez teriam gastado bem menos tempo com estudos. A falácia mais comum hoje em dia a respeito da Palavra de Deus é que ela é um monte de "coisa religiosa" que não tem base científica e não podem ser provadas. Alguns até admitem que existem mensagens contida nelas interessantes e úteis, mas só isso.

Pois bem, irei escrever e comentar alguns textos bíblicos que neles encontramos informações científicas (A maioria dos textos bíblicos estão no livro de Jó, que por sinal, é o livro mais antigo da Bíblia)..


"E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações.

E em toda a alma havia temor, e muitas maravilhas e sinais se faziam pelos apóstolos.

E todos os que criam estavam juntos, e tinham tudo em comum.
E vendiam suas propriedades e bens, e repartiam com todos, segundo cada um havia de mister.
E, perseverando unânimes todos os dias no templo, e partindo o pão em casa, comiam juntos com alegria e singeleza de coração,
Louvando a Deus, e caindo na graça de todo o povo. E todos os dias acrescentava o Senhor à igreja aqueles que se haviam de salvar. "
(Atos 2:42-47)


Alguns meses atrás, meu professor de história disse algo que no momento - por não ter muito conhecimento a respeito - não pude contra-argumentar. Ele disse que o "Manifesto Comunista", escrito por Marx e Engels talvez tenha sido o livro mais importante da história, mais até que a própria Bíblia.

Pois bem, lendo esse trecho do livro de Atos vemos que, bem antes do Manifesto Comunista ter sido escrito, bem antes de Marx, Engels terem nascido, encontramos um relato na Bíblia de um grupo de pessoas (os cristãos daquela época) que vivia o tal do socialismo científico: Vemos que eles vivem em comunhão, repartiam a comida entre si. Tudo era de todos, as propriedades de terra e os bens eram repartidos entre todos. Enfim, muito antes desses filósofos alemães, a Bíblia já nos mostrava uma forma de sociedade que beneficiava a todos.

"O norte estende sobre o vazio; e suspende a terra sobre o nada."
(Jó 26:7)

Os gregos acreditavam que a terra era suspensa e mentida assim nas costas de um homem muito forte. Muito tempo depois, a ciência constatou o que estava escrito na Bíblia mais de 4 mil anos atrás: Não há nada nem ninguém suspendendo a terra, ela está suspensa sobre o nada. Se lermos desde o primeiro verso desse capítulo, veremos que Jó estava afirmando que quem estende o norte sobre o vazio e suspende a terra sobre o nada é Deus, em seu infinito Poder. 

Eu me pergunto como Jó podia afirmar uma coisa dessas sem ter nenhuma condição de constatá-la. Nada mais me vêm a mente além de inspiração divina.

"Prende as águas nas suas nuvens, todavia a nuvem não se rasga debaixo delas. 

Todos os rios vão para o mar, e contudo o mar não se enche; ao lugar para onde os rios vão, para ali tornam eles a correr.

Porque faz miúdas as gotas das águas que, do seu vapor, derramam a chuva,

A qual as nuvens destilam e gotejam sobre o homem abundantemente. "
(Jó 26:8 , Eclesiastes 1:7 e Jó 36:27-28)

Aqui encontramos referências claras ao ciclo da água, no primeiro texto vemos a descrição da evaporação (dizendo que Deus prende as águas nas nuvens). é importante ressaltar que não só o conhecimento da evaporação, Jó declara também que as nuvens são constituídas dessa água evaporada.  Já no segundo e terceiro texto, há uma descrição mais detalhada a respeito do ciclo da água. 

"Ele [Deus] é o que está assentado sobre o círculo da terra." 

(Isaías 40:22)

Até a Idade Média se cria que a terra era plana. Porém, vemos que o profeta Isaías já tinha escrito a respeito, afirmando que a terra é redonda, na verdade.

"O filho de oito dias, pois, será circuncidado, todo o homem nas vossas gerações; o nascido na casa, e o comprado por dinheiro a qualquer estrangeiro, que não for da tua descendência."

(Gênesis 17:12)


"A ciência médica aprendeu nos últimos cinqüenta anos que dois elementos de coagulação sangüínea, a vitamina K e a protrombina, não estão presentes em quantidades normais até o quinto ou sétimo dia de vida.
Portanto, o primeiro dia seguro para circuncidar um menino é o oitavo dia, o próprio dia que Deus ordenou que Abraão circuncidasse Isaque e todos os seus filhos.
A ciência médica sente orgulho dessa recente descoberta, mas Deus havia ordenado que Abraão circuncidasse seus filhos no oitavo dia em 1.950 a.C.!" (texto retirado desse link, o qual eu usei a maioria dos exemplos para colocar aqui! =D)

"Como não se pode contar o exército dos céus, nem medir-se a areia do mar, assim multiplicarei a descendência de Davi, meu servo, e os levitas que ministram diante de mim." 

(Jeremias 33:22)

Mais de mil anos depois de ter  sido escrito isto, a ciência constatou que é de fato impossível contar as estrelas, só na nossa galáxia, existem mais de 100 bilhões de estrelas. A Bíblia também diz que Deus não só sabe quantas estrelas existem, mas também as conhece pelo nome ("Levantai ao alto os olhos e vede. Quem criou estas coisas? Aquele que faz sair o seu exército de estrelas, todas bem contadas, as quais ele chama pelo nome; por ser ele grande em força e forte em poder, nem uma só vem a faltar” (Isaías 40:26)



Existem muitos outros textos, mas com esse post inauguro a tag "Ciência milenar", estarei postando depois com mais calma outros textos bíblicos em que estão presentes fatos científicos. 

Só quero ressaltar que esses textos são do Velho Testamento (com exceção do primeiro), que é a "parte mais antiga" de um dos livros mais antigos da história. A Bíblia me dá plena certeza de que o Universo é regido por um Deus que conhece cada molécula presente nele. Um Deus que não é inerte, que criou o tempo, espaço, as leis da física. Dizer que a Bíblia é um livro sem nenhuma relevância científica é pura ignorância.

domingo, 23 de setembro de 2012

Vocês..

Foi no dia 8 de março de 2010, painho me levou para o SESI, cheguei na recepção e um carinha perguntou meu nome, respondi. Depois de algum tempo procurando-o numa lista, ele responde: 1ºH, sua sala é a segunda à direita, no primeiro andar. Subi, entrei na sala, não olhei para ninguém em especial, vi a professora, e sentei na segunda cadeira, na primeira fileira, perto da porta. Era aula de matemática, dona Justin Roussef, Dilma Bieber, ou simplesmente Lílian! (É importante ressaltar que esse foi o ano de maior gastação com os professores: o grande Feija e o vicejamento em proclamar o rechassado vazio de minh'alma, André e sua ênfase e preocupação em nos ensinar pra que lado o sol se põe e nasce; Márcia Bonfim e seu guarda-roupa de Nárnia, com infinitas peças de roupa; Piu-Piu, o nosso pequeno grande primo dos "Bote um psiu ai, mãe, vá!"; Cintião fofoqueira; Virgínia youtube; Maristela da academia; Shirley LINDA  DIVA*-----*).

Foi um ano de descobertas. Um ano atípico, creio que pouquíssimas pessoas se conheciam naquela sala, e tenho certeza que ninguém tinha ideia de quanto tempo estaríamos juntos, teríamos que aprender a conviver, querendo ou não. A primeira figura que veio falar comigo foi o insano Talma. (E é engraçado, porque até  hoje eu não enjoei desse cara! =D), os dias foram passando, vieram aquelas "provas diagnósticas" (eles desistiram de fazer essas provas foi? kkkkkkkkkk), provas de verdade, atividades, trabalhos. As "Ilhas de afinidade" foram se formando, inevitavelmente. Só que acho que nos trabalhos que envolviam a sala toda, por maior que fôssem os problemas, sempre obtivemos êxito.

E a primeira grande prova disso foi o projeto do livro "Anarquistas, graças a Deus". Foi uma experiência tão diferente de tudo, que fiz questão de registrar tudo no meu blog, na tag Diário de Bordo. Foram muitas as dificuldades, o nervosismo, discussões, divergência de opiniões, mudança de roteiro na semana de apresentação. Mas o resultado foi muito acima do que imaginávamos, fechamos o trabalho, todos os professores nos elogiaram. No fim da apresentação, a sensação de alívio e de dever cumprido foi total, nos abraçamos, choramos, e ali eu tive certeza: "O Sesi já marcou minha vida". Se minha jornada tivesse terminado ali, eu já teria achado lindo. Só que 2011 reservava muito mais.

2ºG, agora mais maduros (ou menos imaturos? rsrs), as amizades mais estabelecidas, novos professores. Me lembro bem da peça de Vicentão, a galera vestida de índio (vergonha, de cueca..kkkkkkk), Mateusinho de saia, foi hilário! Não lembro se fechamos, mas sei que Vicentão falou muito bem, bem como seu amigo Edson, o professor polêmico que iríamos conhecer no ano seguinte. E pra finalizar o ano, aquele tenso musical de inglês, aquela mesma agonia de sempre, mas no fim ficou tudo de boa, o musical foi engraçado!

Esse ano ainda não terminou, e não, eu não estou na vibe nostálgica, só fiz esse post porque vocês precisam ser citados no meu blog, o meu amor por vocês é enooorme. Tenho orgulho de fazer parte dessa turma, sempre lembrarei de vocês, de cada gargalhada, cada brincadeira, cada conversa, vocês são demais! *-*



terça-feira, 7 de agosto de 2012

Tanto clichê deve não ser..

Sim, infelizmente ela é necessária. Por mais que queiramos negar, ela toma conta de todas as nossas "pré-decisões", é inconsciente! Nós sempre vamos avaliar qual o seu nível em determinado ser.

Triste é saber que nos privamos do melhor - ou quase isso - pelo fútil motivo dela estar manifestada em pequena escala (ou nula..) desse melhor.

Mas o que me deixa mais encantado é que eu vi a junção do melhor (mesmo que melhor em potencial) com esse fator cruel, incrível e real. Cada partícula, cada peça, se encaixava em minha cabeça, fazendo o quebra-cabeça tomar forma.

É, eu vi mesmo.

Só que o que enxergamos é uma projeção virtual. Me fazendo lembrar que é impossível olhar diretamente para o sol, fazendo um pouco de esforço dá até para encarar os raios, mas nunca o próprio. A distância entre a terra e essa estrela é tamanha que a velocidade da luz se torna não tão veloz assim.

Sendo assim, o que eu vi pode não ser.