Sim, infelizmente ela é necessária. Por mais que queiramos negar, ela toma conta de todas as nossas "pré-decisões", é inconsciente! Nós sempre vamos avaliar qual o seu nível em determinado ser.
Triste é saber que nos privamos do melhor - ou quase isso - pelo fútil motivo dela estar manifestada em pequena escala (ou nula..) desse melhor.
Mas o que me deixa mais encantado é que eu vi a junção do melhor (mesmo que melhor em potencial) com esse fator cruel, incrível e real. Cada partícula, cada peça, se encaixava em minha cabeça, fazendo o quebra-cabeça tomar forma.
É, eu vi mesmo.
Só que o que enxergamos é uma projeção virtual. Me fazendo lembrar que é impossível olhar diretamente para o sol, fazendo um pouco de esforço dá até para encarar os raios, mas nunca o próprio. A distância entre a terra e essa estrela é tamanha que a velocidade da luz se torna não tão veloz assim.
Sendo assim, o que eu vi pode não ser.
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terça-feira, 7 de agosto de 2012
terça-feira, 24 de abril de 2012
Quando o encanto deixa de cantar..
Os dias se passavam, e com eles o desprovimento ia cada vez mais se fazendo presente ao encanto. Qual a possibilidade disto? Não sei quantificar, mas ela existe, principalmente quando o objeto ativo coopera para esse encontro quase aglutinado. E de que forma coopera? Indiferenciando, sub-valorizando, extra-pacificando... extra-pacificando? Sim, amigos, um paradoxo: um objeto ativo fazendo uma pacificação.. ou melhor, Uma extra-pacificação. Não sei como isso é possível, mas sei que a probabilidade não é nula.
E assim o desprovimento e o encanto vão se juntando, separando dois objetos que um dia estavam aglutinados, tinham átomos em comum, compartilhavam ligações, sinapses nervosas. Algumas vezes compartilhavam uma ligação silenciosa, a falta de velocidade na eletrosfera a ocasionava, mas quando esta se rompia, parecia que nunca havia ocorrido, voltavam-se as sinapses e outras interações.
E a troca continua, sorrateira e singela, vai ocorrendo, ocorrendo.. até que os objetos estão completamente separados e o desprovimento e o encanto se ligam.
A ligação passa a existir, isso é um fato. Não se sabe, porém, qual a sua duração.
E agora eu não me preocupo mais em estudar as probabilidades, eu só fico olhando para trás, figuradamente vendo o que se passou, e literalmente vendo o que se tornou: um desencanto.
E assim o desprovimento e o encanto vão se juntando, separando dois objetos que um dia estavam aglutinados, tinham átomos em comum, compartilhavam ligações, sinapses nervosas. Algumas vezes compartilhavam uma ligação silenciosa, a falta de velocidade na eletrosfera a ocasionava, mas quando esta se rompia, parecia que nunca havia ocorrido, voltavam-se as sinapses e outras interações.
E a troca continua, sorrateira e singela, vai ocorrendo, ocorrendo.. até que os objetos estão completamente separados e o desprovimento e o encanto se ligam.
A ligação passa a existir, isso é um fato. Não se sabe, porém, qual a sua duração.
E agora eu não me preocupo mais em estudar as probabilidades, eu só fico olhando para trás, figuradamente vendo o que se passou, e literalmente vendo o que se tornou: um desencanto.
Tem a ver com
Ahn?,
Coisas legais..,
É isso aÊw,
Para constar,
Retratos
sábado, 7 de abril de 2012
Eu sinto saudades, sinto mesmo. Eu lembro de tudo aquilo, todas as risadas, todas as alegrias e percebo que aquilo fazia parte de mim, faz parte de mim. Eu tenho tanta convicção disso que nem me deixo levar por essas lembranças, pois sei que ao sair delas sentirei um vazio, causado pela falta de veracidade delas.
Eu sinto saudades, mas e ai? A saudade não é um sentimento que passa com o tempo, pelo contrário, ele aumenta! Logo, eu devo sair de meu mundinho e ir de encontro à saudade, exterminá-la, mesmo que isso venha ferir algo dentro de mim, valerá a pena. Principalmente porque essa saudade envolve interesse (ser humano implica ser interesseiro..), logo não posso me dar ao luxo de querer sair ileso.
Pois é, eu não sai ileso, mas minha coragem sarou as feridas.. =)
Eu sinto saudades, mas e ai? A saudade não é um sentimento que passa com o tempo, pelo contrário, ele aumenta! Logo, eu devo sair de meu mundinho e ir de encontro à saudade, exterminá-la, mesmo que isso venha ferir algo dentro de mim, valerá a pena. Principalmente porque essa saudade envolve interesse (ser humano implica ser interesseiro..), logo não posso me dar ao luxo de querer sair ileso.
Pois é, eu não sai ileso, mas minha coragem sarou as feridas.. =)
sábado, 3 de março de 2012
(Pq deu vontade de postar...xD) - Joguinhos
Pra aprender a jogar de forma eficaz, não basta ouvir a teoria. Tem que praticar!
E eu tô aprendendo a deixar as "coisas" quietas...
E eu tô aprendendo a deixar as "coisas" quietas...
Tem a ver com
(Pq deu vontade de postar...xD),
Ahn?,
É isso aÊw,
Para constar
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Conversa de um assunto e dois pontos (na verdade, quatro pontos!)
Um retrato apresentando o primeiro ponto
Duas pessoas, um garoto e uma garota conversando em um ponto de ônibus,
já é noite.
A garota está meio decepcionada.
Assunto e o segundo ponto
- Quer dizer que eu vou para lá cansada, me cansar lá e voltar mais cansada?
- Exatamente
- Poxa, que chato, achei que ia ter piscina lá, brincadeiras, essas coisas.
- Não, não! Muito pelo contrário, lá haverá bastante trabalho, vamos acordar cedo,
dormir tarde, e todas essas coisas cansativas.
- Ah.. se eu soubesse!
- Não, não! Muito pelo contrário, lá haverá bastante trabalho, vamos acordar cedo,
dormir tarde, e todas essas coisas cansativas.
- Ah.. se eu soubesse!
Eu tenho um fato muito importante para dizer, após te mostrar um retrato, dois pontos e um assunto.
O fato muito importante
O que importa mesmo está no quarto ponto, e nem esse fato é mais importante
que o ponto, para você ter uma ideia.
Sendo assim, eu acho que vou dispensar um retrato mostrando o terceiro ponto, não somente por este - e todos os outros - ser menos importante que seu seguinte, mas também porque é praticamente a mesma figura. Talvez eles poderiam até serem usados em um jogo de sete erros...um erro, no caso.
Portanto, faz assim: pegue o retrato que eu te dei, e quando olhar para a garota, perceba que apesar da mesma expressão facial, ela agora não está mais decepcionada, e sim, triste. Feito isso, creio que você está apto para conhecer o quarto e mais importante ponto.
O quarto ponto
- Faz uma semana que estávamos nesse mesmo lugar, como você
se sente agora?
- Nossa, eu estou triste, porque passou tão rápido, e lá eu fui tão feliz.
- Valeu a pena o cansaço?
- E como valeu! Aah, se eu soubesse que era assim...
E assim eu vou reaprendendo a ler o livro antes de falar da capa.
Tem a ver com
Ahn?,
Coisas legais..,
Datas,
Para constar,
Retratos,
Vivo a eternidade no meu dia-a-dia..
domingo, 5 de fevereiro de 2012
Reprimir
Chega até a ser engraçado, eu tava falando sobre essa palavra há alguns dias. Falei inclusive num tom pejorativo. Mas então, você se vê passando por uma situação que se tem duas opções:
Opção nº 1: deixar rolar
Pois é, quem sabe se não vai valer a pena? Afinal, o que não foi, não é, correto? Sim, tudo bem que você tenha medo de que possa acontecer algo que não foi planejado, mas como vamos saber, sem arriscar? Você estará se privando de uma das poucas coisas que dá a sensação de que essa vida vale a pena!
Okay, sabemos que na maioria das vezes não acaba bem essas coisas, e é ai que chegamos à segunda opção:
Opção nº 2: não deixar rolar
É, né..após lermos e analisarmos a primeira, essa segunda opção fica meio óbvia. E nem sempre coisas óbvias são fáceis de ver, às vezes nós fantasiamos tanto à procura de respostas que esquecemos de olhar para debaixo do nosso nariz, e lá está! Mas apesar de ser óbvio, não podemos deixar de analisar, concorda? Então vamos lá!
Análise da opção óbvia
Bem, quem olha de fora acha essa segunda opção
estranha. E é estranha justamente
porque ela está de fora.
Ah, se eles vissem o que eu vejo, iriam pensar duas vezes
antes de classificar essa segunda opção
como estranha... Eles iriam ver que isso é tão
sério que talvez seja até descuido meu chamar
essa segunda opção de "não deixar rolar", e é ai que
eu descubro como realmente deve ser chamada a opção
óbvia: Reprimir
OBS: Eu não resisti, tive que fazer uma imitação barata da construção narrativa de Markus Zusak, autor de "A menina que Roubava Livros".. KKKKKKKKKKK
OBS 2: Inaugurando a tag "Ahn?", sim, porque todas as postagens que tiverem essa tag a chance será muito grande de você dizer "Ahn?" ao terminar de lê-las! =D
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Um pensamento vale mais que mil palavras
Tem coisas que sentimos e pensamos, e que queremos "materalizá-las". Só que depois de algum tempo tentando, percebemos que por mais que queiramos, não conseguiremos expressar com o mesmo valor que tal pensamento ou sentimento teve dentro de nós, e ai nos resta duas opções: tentar pelo menos chegar perto daquilo que realmente tal coisa significa, ou simplesmente deixar intacto o valor original. Sim, pois querendo ou não, quando materializamos, seja com palavras ou ações, um pensamento ou sentimento, teremos dois ângulos, o da expectativa (que é como aquilo é essencialmente), e o do concebimento da expectativa (que é como aquilo se tornou).
Bem, dessa vez eu escolhi a segunda opção, correndo o risco de no futuro não fazer ideia de que se tratava esse post..
Bem, dessa vez eu escolhi a segunda opção, correndo o risco de no futuro não fazer ideia de que se tratava esse post..
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Momento "Crepúsculo" [Discurso]
A bíblia acerta em cheio ao afirmar que a verdade liberta. Sim, a verdade nos faz ver com outros olhos. A verdade nos explica muita coisa. E eu estou dizendo isso porque faz pouco mais de um mês que eu tenho vivido experiências que comprovam isto.
Eu tive uma conversa com Lizzie, uma conversa que me fez entender muito acerca da vida dela, do jeito dela. Antes dessa conversa eu não entendia o porquê de certas coisas significarem tanto para ela, não entendia também o motivo dela sempre ser defensiva demais, ter medo de se expôr, ela vive em uma ilha com muros, não só longe de tudo e de todos, mas protegida de qualquer "ataque".
E eu descobri que essa ilha é muito maior do que eu pensei, é como um continente afastado do resto do mundo.
Tenha certeza, a verdade me fez perceber que eu me importo muito com ela, eu sempre quis saber o porque dela ter demorado tanto para vir falar comigo, mas agora não me sinto chateado quando me lembro disso, pois descobri a verdade. Confesso que depois disso eu comecei a forçar a barra às vezes, sei que a conversa que tive com ela nos aproximou bastante. Mas sei também que eu não posso simplesmente achar que sou a solução dos problemas dela, mas eu me esforço para vê-la sorrir, é uma recompensa que basta pra mim, vê-la sorrindo sem ser por educação, sorrindo genuinamente.
Eu tive uma conversa com Lizzie, uma conversa que me fez entender muito acerca da vida dela, do jeito dela. Antes dessa conversa eu não entendia o porquê de certas coisas significarem tanto para ela, não entendia também o motivo dela sempre ser defensiva demais, ter medo de se expôr, ela vive em uma ilha com muros, não só longe de tudo e de todos, mas protegida de qualquer "ataque".
E eu descobri que essa ilha é muito maior do que eu pensei, é como um continente afastado do resto do mundo.
Tenha certeza, a verdade me fez perceber que eu me importo muito com ela, eu sempre quis saber o porque dela ter demorado tanto para vir falar comigo, mas agora não me sinto chateado quando me lembro disso, pois descobri a verdade. Confesso que depois disso eu comecei a forçar a barra às vezes, sei que a conversa que tive com ela nos aproximou bastante. Mas sei também que eu não posso simplesmente achar que sou a solução dos problemas dela, mas eu me esforço para vê-la sorrir, é uma recompensa que basta pra mim, vê-la sorrindo sem ser por educação, sorrindo genuinamente.
Tem a ver com
Ahn?,
Momentos ''Crepúsculo''..,
Para constar
domingo, 20 de novembro de 2011
Momento ''Crepúsculo''.. [Parte Y]
E exatamente da forma que se conheçeram, eles se despediram: inesperadamente, sem cerimônia. Só que de uma coisa os dois tinham certeza: nada que acontecera durante os meses anteriores fora em vão, assim como ainda haverão muitos amanhãs, haverão também muitos "anos quem vêm"...
Tem a ver com
Momentos ''Crepúsculo''..,
Para constar
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
(Pq deu vontade de postar...xD) - O outro lado da moeda
Eu só me lembro de três garotas que fizeram eu me sentir bobo/imaturo/sem graça. E eu me casaria com qualquer uma das três.
Não sei porque, mas esse fato me deixa curioso por conhecer a tal garota mais a fundo. Eu gosto de "desafios", gosto de andar em "terreno perigoso". Não sei porque, acho que quando se quer "emoção" num diálogo você não deve ter controle nenhum sobre ele. É ótimo pra perder o medo de falar besteira, de errar, tudo isso faz parte.
Eu imagino como seria ruim não poder passar por certas situações para assim aprender com elas, a experiência é bem mais válida. Como diz o Moço: "E se eu for o primeiro a prever e poder desistir do que for dar errado..aah, olha, se não sou eu, quem mais vai decidir o que é bom pra mim? Dispenso a previsão...". (Claro que Deus é que decide o melhor pra mim. Só que penso que o Moço fala ai da questão de que não devemos nos deixar influenciar pelo "padrão de gosto" dos outros.)
Ultimamente eu tenho dado muito valor aos meus relacionamentos "independentes", aqueles que não precisam de contato com extrema frequência, mas que existem, e mesmo assim se fortalecem. Nesse tipo de relacionamento é bem mais fácil notar quando o outro te olha de maneira diferente, fica bem mais fácil e prático conversar, não se fica enfadado, enfim...há muitas vantagens.. mas toda moeda tem outro lado, certo?
É esse outro lado que eu estou tentando entender....
sim, eu ainda estou "encantando" por ela....
Não sei porque, mas esse fato me deixa curioso por conhecer a tal garota mais a fundo. Eu gosto de "desafios", gosto de andar em "terreno perigoso". Não sei porque, acho que quando se quer "emoção" num diálogo você não deve ter controle nenhum sobre ele. É ótimo pra perder o medo de falar besteira, de errar, tudo isso faz parte.
Eu imagino como seria ruim não poder passar por certas situações para assim aprender com elas, a experiência é bem mais válida. Como diz o Moço: "E se eu for o primeiro a prever e poder desistir do que for dar errado..aah, olha, se não sou eu, quem mais vai decidir o que é bom pra mim? Dispenso a previsão...". (Claro que Deus é que decide o melhor pra mim. Só que penso que o Moço fala ai da questão de que não devemos nos deixar influenciar pelo "padrão de gosto" dos outros.)
Ultimamente eu tenho dado muito valor aos meus relacionamentos "independentes", aqueles que não precisam de contato com extrema frequência, mas que existem, e mesmo assim se fortalecem. Nesse tipo de relacionamento é bem mais fácil notar quando o outro te olha de maneira diferente, fica bem mais fácil e prático conversar, não se fica enfadado, enfim...há muitas vantagens.. mas toda moeda tem outro lado, certo?
É esse outro lado que eu estou tentando entender....
sim, eu ainda estou "encantando" por ela....
Tem a ver com
(Pq deu vontade de postar...xD),
Ahn?,
É isso aÊw,
Para constar
terça-feira, 18 de outubro de 2011
Momento "Crepúsculo".. [Parte x=variável]
- Porque você só me disse agora isso? - Lizzie perguntou, confusa.
- Eu fiquei com medo de você ficar chateada comigo, ou não me entender. Só que eu sabia que uma hora ou outra eu te diria.
- Eu pareço chateada? Eu entendo você, realmente, eu ainda não tinha percebido que eu estava agindo assim, agora irei concertar isso. Só que ao invés de ter agido dessa maneira, você poderia simplesmente ter conversado comigo, iria me poupar de dúvidas - ela falou, com um tom "levemente severo", se assim se pode dizer.
- Eu sei que fui imaturo, mas sei também que você entende que minha causa era válida. Eu não quero perder sua amizade, você foi a melhor surpresa que tive esse ano.. me perdoa?
- Claro que perdôo, não é isso que amigos fazem? Amar, cuidar, perdoar... - Lizzie sorriu, fazendo com que ele, inevitavelmente, olhasse para o queixo dela, que tinha formado uma covinha.
Eles se abraçaram e voltaram cada um para sua sala.
- Eu fiquei com medo de você ficar chateada comigo, ou não me entender. Só que eu sabia que uma hora ou outra eu te diria.
- Eu pareço chateada? Eu entendo você, realmente, eu ainda não tinha percebido que eu estava agindo assim, agora irei concertar isso. Só que ao invés de ter agido dessa maneira, você poderia simplesmente ter conversado comigo, iria me poupar de dúvidas - ela falou, com um tom "levemente severo", se assim se pode dizer.
- Eu sei que fui imaturo, mas sei também que você entende que minha causa era válida. Eu não quero perder sua amizade, você foi a melhor surpresa que tive esse ano.. me perdoa?
- Claro que perdôo, não é isso que amigos fazem? Amar, cuidar, perdoar... - Lizzie sorriu, fazendo com que ele, inevitavelmente, olhasse para o queixo dela, que tinha formado uma covinha.
Eles se abraçaram e voltaram cada um para sua sala.
Tem a ver com
Momentos ''Crepúsculo''..,
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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Momento "Crepúsculo".. [Parte IV]
-...
Antes, queria dizer que hoje em dia as meninas estão mais "irritadiças", se você falar algo errado para o momento, ela te morde, e você tem que adivinhar se o momento é adequado pra algo que você queira dizer! O negócio tá complicado, você elogia e toma patada. Eu tomei coragem e fiz o que vinha planejando desde o ano passado, falei com ela.
- Poxa, eu tava prestando atenção aqui, seu nariz é igualzinho ao de Alexandra Daddario! É muito fofo! - eu falei meio depressa.
- Alexandra Daddario? - ela me olhou assustada e meio sem entender - Ela é bonita? Eu não acho.. - e deu um quase olhar de desprezo.
Na verdade, ela estava querendo dizer: "Não me elogie, que eu não estou afim". Ela sabe que Alexandra é linda, mas não quer saber de conversa, muito menoscomigo..
- Ahh, tudo bem, então vamos pensar de outra forma. Esqueça Alexandra. Nossa, seu nariz é lindo!
Ela fechou o caderno, colocou a caneta no estojo, e guardou os dois em sua mochila, eu, percebendo que ela não estava afim de papo, me desculpei.
- Ai, poxa, desculpa, nem vi que você estava ocupada, desculpa mesmo, eu vou ficar calado, prometo! - falei sorrindo .
- Não! Não está incomodando não, é que eu quero rir, vamos continuar! - ela falou com uma ansiedade duvidosa.
Na verdade, pela segunda vez, ela me mandou uma mensagem codificada, querendo dizer: "Sai daqui, palhacinho". Para minha salvação, apareceu um "mala" colega meu, que já chegou azucrinando, sentou entre eu e ela, e começou a falar comigo, eu fingi que o escutava, enquanto a via se levantar e sair daquele banco. E foi assim que se findou, depois de meses, nossa primeira conversa.
"A próxima conversa não será tão tensa, agora que já quebrei o gelo!", foi o que eu pensei naquele momento, grande engano...
(Continua... eu acho! kkkkkkkk)
Antes, queria dizer que hoje em dia as meninas estão mais "irritadiças", se você falar algo errado para o momento, ela te morde, e você tem que adivinhar se o momento é adequado pra algo que você queira dizer! O negócio tá complicado, você elogia e toma patada. Eu tomei coragem e fiz o que vinha planejando desde o ano passado, falei com ela.
- Poxa, eu tava prestando atenção aqui, seu nariz é igualzinho ao de Alexandra Daddario! É muito fofo! - eu falei meio depressa.
- Alexandra Daddario? - ela me olhou assustada e meio sem entender - Ela é bonita? Eu não acho.. - e deu um quase olhar de desprezo.
Na verdade, ela estava querendo dizer: "Não me elogie, que eu não estou afim". Ela sabe que Alexandra é linda, mas não quer saber de conversa, muito menos
- Ahh, tudo bem, então vamos pensar de outra forma. Esqueça Alexandra. Nossa, seu nariz é lindo!
Ela fechou o caderno, colocou a caneta no estojo, e guardou os dois em sua mochila, eu, percebendo que ela não estava afim de papo, me desculpei.
- Ai, poxa, desculpa, nem vi que você estava ocupada, desculpa mesmo, eu vou ficar calado, prometo! - falei sorrindo .
- Não! Não está incomodando não, é que eu quero rir, vamos continuar! - ela falou com uma ansiedade duvidosa.
Na verdade, pela segunda vez, ela me mandou uma mensagem codificada, querendo dizer: "Sai daqui, palhacinho". Para minha salvação, apareceu um "mala" colega meu, que já chegou azucrinando, sentou entre eu e ela, e começou a falar comigo, eu fingi que o escutava, enquanto a via se levantar e sair daquele banco. E foi assim que se findou, depois de meses, nossa primeira conversa.
"A próxima conversa não será tão tensa, agora que já quebrei o gelo!", foi o que eu pensei naquele momento, grande engano...
(Continua... eu acho! kkkkkkkk)
Tem a ver com
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