terça-feira, 31 de dezembro de 2013

(Pq deu vontade de postar...xD) - A Esperança


1º- Demorei mais de um mês pra ler 151 páginas e algumas horas pra ler 268! kkkkkkkk
2º- Se você não leu o livro, infelizmente não vai entender tudo, mas o mais importante irá! ;)


"Quer dizer então que foi assim? Mais ou menos setenta e cinco anos atrás? Será que um grupo de pessoas se sentou ao redor de uma mesa e votou para dar início aos Jogos Vorazes? Será que houve dissensão? Será que alguém defendeu o perdão e foi derrotado pelos que clamavam pela morte das crianças dos distritos? O cheiro da rosa de Snow se enrosca em meu nariz e desce pela minha garganta, comprimindo-a em desespero. Todas aquelas pessoas que eu amava, mortas. E nós aqui discutindo os próximos Jogos Vorazes numa tentativa de evitar novas perdas de vida. Nada mudou. Nada jamais mudará agora.
Eu sopeso minhas opções com muito cuidado, avalio todas as possibilidades. Sem tirar os olhos da rosa, digo:
- Eu voto sim... pela Prim."

(A Esperança, pág. 397)




E ao fim da trilogia eu me faço a pergunta: Existe Esperança?
Porque se me disserem que a Srta. Everdeen é a esperança, eu farei um "¬¬" para quem disser. Se a esperança de uma Panem em paz é alguém que vota sim para mais uma edição desse massacre cruel e abominante chamado "Jogos Vorazes" eu tô lenhado...
Desde meu primeiro contato com a trilogia "Jogos Vorazes" eu gostei muito, porque apesar de ser uma ficção, a história trata claramente do mundo em que vivemos. Os poderosos explorando os pobres, e estes ficando indiferentes por conta do famoso "Pão e Circo".

Mas no fim acabo percebendo que a escritora não queria pôr a culpa disso tudo naqueles que estão no poder. Ela põe a culpa no ser humano, porque no fim da história, quando os rebeldes chegam ao poder, eles querem vingança, eles querem fazer a mesma coisa que os poderosos fizeram com eles, é um ciclo.
E, realmente, o poder não corrompe o ser humano, ele já nasce corrompido.

Não há esperança para Panem nem para o nosso mundo.




Bom é saber que minha Pátria não é aqui! :)

sábado, 28 de dezembro de 2013

Minha cunhada! :D

(Você nem sabe do quanto fiquei feliz quando vi que tinha tirado você! kkkkkkkk)

Pri, eu não poderia fazer só o cartão (até porque eu nem sei fazer direito, ele não ficou lá essas coisas! rsrs), já tem algum tempo que estou devendo esse post pra você, devendo não porque você estava me cobrando, ou porque eu tinha o dever de fazer, mas porque você merece um espaço exclusivo no meu blog.

Eu lembro nitidamente daquela ADR em 2010 em Jd. Cruzeiro, na noite do sábado, o culto foi na Gabriela, de inauguração do templo. E aí no fim do culto você disse: "Vamos marcar algum intercâmbio de igrejas pra nos conhecermos mais!". Só que nem foi preciso, nos conhecemos mais pela internet e em outras ADR's, Encontrões, etc, etc.. a nossa amizade chegou no nível "tira foto dele dormindo com o tigre da Parmalat!". kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

E eu sei que ela só tem a aumentar, até o dia em que veremos o Pai face a face, e aí será Alegria eterna! É muito bom saber que nossa amizade vai se estender pela eternidade! o/

Te amo, linda!! <3

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Rio de Janeiro, 17 de setembro de 2013

       
          Eis aqui o meu primeiro disco. Foi feito num inesperado porém muito bem-vindo exílio, numa terra onde não me imaginava achar mas que, por conta de toda diferença e de na chegada eu lá ter sido um total desconhecido, me deu a divina oportunidade de re-conhecer a minha natureza, recobrar a minha ascendência e as minhas saudades que, de longe, entravam em foco enquanto se esmaíam outras. Pois que, na solitude de ser estrangeiro, pensando na mobília que havia abandonado e tentando ainda enxergar-me nela eu me encantei com a sala vazia, com o espaço, e me pus a olhar pra distância, a ver o duplo que me espelha de fora, que reflete a visão que chamo de minha, veículo e cúmplice inventando do qual sou eu também o canal, esse que chamo Cavalo.
          Eu sempre me senti estrangeiro de um jeito ou de outro, me mudando a cada 3 anos durante a infância e adolescência, fingido ter o desprendimento e a coragem que acabei por inventar mas carregando secretamente a mágoa do desvio, da espera da volta. Quando por fim voltei ao Rio com um sotaque três vezes mexido e vi que essa minha terra natal era minha mais por eu a ter inventado descobri-me assim, estrangeiro, e me senti livre e agradecido. Acabei partindo de novo. De repente me vi num deserto, feliz de estar só, deslumbrando o vazio, com o silêncio, de onde escrevi essas músicas. Acredito que todo mundo em alguma medida também se sente estrangeiro, na foma como outros o vêem, em seu corpo, em seu destino talvez, e por isso sonho que esse meu veículo, espelho imprevisível que preencho, que me serve e me move, possa também mover a ti, servir ainda a outros, com sorte.
          Pra dar lugar a esse duplo que se cria como eco num vão, que se mostra na distância, eu abri espaço o quanto soube, tirei até sobrar quase o mote, joguei fora os adjetivos e usei outros idiomas que por eu não dominar como o meu me levaram a uma nova concisão, códigos que não serão compreendidos sempre e que por isso criam mais espaços, levam a outros desvios, invenções. Joguei fora também a capa. Tudo o que estava do lado de dentro protegido pela máscara veio para fora, ficou exposto, limpo de direções, cores, está claro e sem vergonha, aberto. Se revelou a beleza simples da página, o preto no branco que a gente gosta de usar como sinônimo de coisa exata mas que é justo onde moram as infindáveis delícias da interpretação, onde há o maior dos vãos, onde está num enfileirado de códigos o potencial reflexo improvável de ti, do teu olhar. Dentro só o que ouvir. Aí outra separação, outro espaço e outro duplo, dentro e fora, superfície e volume, a coisa e o nome da coisa, eu e a ideia que faço de mim. Entre um e outro a mão estendida, o trem parado na estação, o véu, o teu próprio sonho. Com sorte!
Obrigado pela chance.

R.Amarante




mote

(Do fr. mot, «palavra»)

1. LITERATURA pensamento expresso em um ou mais versos para ser desenvolvido na glosa;
2. tema; assunto;
3. epígrafe;
4. divisa; legenda;

5. remoque; 

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Ray de Thi! :DDD

Não tenho muito pra dizer não...eu só queria estar aí pra te dar aquele abraço e poder dar aquelas risadas que nem a gente entende o motivo. E é porque foi assim desde o começo, a gente não entende direito como tudo se iniciou, mas também não importa tanto. O mais importante é ver que o amor foi se fortalecendo durante todo esse tempo.

Mas tá, o post não é sobre nossa amizade, é sobre você, minha shorty!

Seu número esse ano é 21! E louvo a Deus por sua vida, porque Ele é perfeito em Seus desígnios e sei que dia após dia, ano após ano Ele vai cumprindo-os em sua vida. Mesmo que às vezes pareça complicado, difícil, ruim, sabemos que tudo é Graça e misericórdia dEle.

O meu desejo é que a Luz que habita em você resplandeça, manifestada através de suas palavras e ações. Porque para nada mais que isso fomos chamados, proclamar e manifestar as virtudes dAquele que nos tirou das trevas para Sua maravilhosa Luz.

Você me ensinou várias coisas Ray, acredite. Nossas tantas e tantas conversas por msn, celular, ou ao vivo mesmo não foram só pra jogar conversa fora, elas ajudaram na construção do eu. E eu sei que você tem essa coisa de cativar as pessoas ao seu redor, isso é algo muito bom!

Te amo, Ray, muito! E mesmo que a distância entre nós fique maior, isso não vai mudar. Não vou desejar essas coisas clichês de "sucesso, felicidade" e tal..porque nós já obtemos isso tudo.
A felicidade maior é ter Jesus, o sucesso encontramos em entregar nossos anseios e preocupações a Ele!

E que venham mais 21 anos! :)

<3

terça-feira, 10 de setembro de 2013

domingo, 8 de setembro de 2013

Circunferências, elipses e um pouco mais de Deus.

Eu tenho pensado como Deus se manifesta na matemática (e estar cursando engenharia me influenciou a refletir sobre isso? Não, não..nem um pouquinho! kkkkkkkk). E hoje eu vim a pensar numa circunferência perfeita.

É engraçado pensar que não se pode estabelecer um referencial que não seja arbitrário, pois ela não possui nenhum indício de onde começa ou termina, ela não possui nenhuma aresta, nem vértice, contudo consegue ter infinitos lados. Como uma figura geométrica espacial sem aresta nem vértice consegue ter incontáveis lados? É algo complicado de conceber (assim como Deus é..rs).

E é na circunferência que a órbita terrestre traça que podemos enxergar mais uma prova da existência de um Arquiteto. Enquanto que nos dois planetas mais próximos do sol a órbita forma uma elipse, na terra é uma circunferência quase perfeita. E sabe qual a importância disso? Total! Se a órbita da terra o fizesse ir para um pouco mais perto ou mais longe do sol, não haveria condições de vida aqui!

Pois é, a matemática não refuta, muito pelo contrário, ela traz evidências da existência de Deus!

sábado, 7 de setembro de 2013

Aah, mas veja pelo lado negativo...! (Algumas notas)

É que as pessoas tem uma capacidade enorme de ver tudo como algo ruim, adoram pôr obstáculo... enfim, é isso.

- Disseram-me que 5º série era barrilzão, um monte de professor diferente, você tem que dar conta de cada matéria, e se vire se eles marcarem várias coisas no mesmo dia! É, não foi bem assim..

- Também na 7º série disseram.. que os assuntos eram completamente diferentes de tudo que você ja viu!

- Lá no sesi no 2º ano é oferecido um curso de montagem e manutenção de pc, que é feito no turno oposto ao das aulas. Me disseram que você perdia a vida social, pois ficava dois turnos na escola durante 3 ou 4 dias (uma semana 3 e a outra 4), e aí nao poderia conciliar e tal..Enfim, não foi nada disso. Foi tranquilo.

- No 2º semestre do 3º ano eu passaria dois turnos todos os dias fora de casa, no sesi pela manhã e no senai à tarde. É foi um pouquinho puxado, mas não chegou a doer não.

- A próxima etapa agora é faculdade. Vamos ver se é "esse bicho de sete cabeças" todo!

- Ahh.. e eu também nunca vi lado negativo de estar solteiro, e há quase 7 meses não vejo lado negativo de estar namorando.