sábado, 2 de maio de 2015

Cuidado



(Texto escrito em dezembro de 2014! rs)

Essa semana me mudei, e como ainda estou sem internet, estava vindo (no momento estou nela! rs) à igreja para utilizá-la (não é pecado, pecado é usar no meio do culto! u.u kkkk). E ontem presenciei uma cena interessante.

Fui descer uma escada, e me assustei com um barulho, ao olhar para cima, vi um passarinho, que provavelmente se sentiu ameaçado e saiu voando, e havia também um ninho com um ovo. Subi alguns degraus e vi que aquela que certamente era a mãe estava me olhando de uma certa distância, aflita por ver um ser vivo gigante se aproximando de sua cria, que nem nascido tinha ainda. Horas depois fui no local de fininho, e vi que a mãe estava lá novamente, aquecendo o ovo. Naquele momento Deus falou ao meu coração:

"Porventura pode uma mulher esquecer-se tanto de seu filho que cria, que não se compadeça dele, do filho do seu ventre? Mas ainda que esta se esquecesse dele, contudo eu não me esquecerei de ti. (Is 49:15)"


Não penso que ter fugido e deixado o ovo para trás foi um ato de falta de amor e cuidado. O passarinho simplesmente agiu por impulso, viu que se ficasse não haveria chances para ela, muito menos para o ovo. E, assim como nós, os animais também possuem esse senso de preservação.

Mas ainda assim Deus mostra que seu amor é ainda maior, é o mais constrangedor possível. Ele nos demonstra que seu amor ultrapassa qualquer laço que nós possamos conhecer ou entender. Cristo morreu para nos salvar, ele não se acovardou diante dos escárnios, da dor, do sofrimento.

Quero a cada dia amar como Ele me amou também...

quinta-feira, 30 de abril de 2015

Desmistificando (tag nova!! :D )

Resolvi fazer essa tag em protesto ao povo do "no meu tempo". Parece que as coisas eram o jardim do Éden antigamente e hoje vivemos na Babilônia (kkk). Mais especificamente, quero me referir àqueles que declaram a plenos pulmões que música cristã só era boa antigamente, hoje em dia é tudo ruim. Vou trazer músicas antigas que são biblicamente incoerentes.

Ao mesmo tempo, quero protestar contra os "cristãos alternativos" extremistas também. Que acham que fora de "Palavrantiga, Lorena Chaves e cia" não há música cristã contemporânea que preste, vou trazer músicas de Aline Barros, Gabriela Rocha...essa galerinha super gospel e mostrar que há músicas desse povo que comunicam verdades muito profundas.

Enfim, a ideia é desmistificar mesmo, é mostrar que aquilo que o Pregador disse em Eclesiastes é, de fato, verdade: Não há nada de novo debaixo do céu. Existe música boa e ruim hoje o tanto quanto existia 20, 30 anos atrás.

Para inaugurar, vou postar uma canção clássica do ferinha Armando Filho: Você tem um valor!
kkk

Até la!

sábado, 18 de outubro de 2014

Eu não vou discutir, apenas postarei...



Quem entrou em coma no fim das manifestações e acordou hoje, poderia achar que essa imagem foi feita ontem, quando se concretizou a ida de Dilma e Aécio para o segundo turno. 

Mas não...

Eu não preciso nem ir para a Bíblia para mostrar o porque da minha certeza de que nada irá pra frente. Porque um bando de gente manifestando sua indignação (tudo bem que de forma completamente desorganizada e sem propósito definido, mas que valeu por mostrar a insatisfação) de uma forma não vista há muitos anos no Brasil deve indicar que, pelo menos, algo vai mudar. Mas aí você se surpreende (ou não) ao ver que o resultado disso é um segundo turno com a MESMA disputa que ocorre desde 1994: PT x PSDB. Mais que isso, a galera (todos que eu conheço, pelo menos) que foi às manifestações votarão no MESMO governo que se encontra no poder desde 2002.

E aí vão ficar me enchando o saco com "mimimi...bolsa família, prouni... mi mi mi... mi mi mi... pronatec, mais médicos". Nunca disse que o PT foi extremamente relevante, de fato, ele foi. Mas é preciso se dizer que se o Brasil chegou a um nível econômico para aumentar (porque tais programas já existiam, mesmo que de forma pequena e local) o alcance desses programas deve-se muito ao Plano Real, a inflação caiu absurdamente (o que pode ser visto nessa imagem, que alías é um baita exemplo  "marketing auto-destrutivo" que o PT realizou, sinto que cabeças rolaram lá em Brasília! kkkk) e dentre vários fatores que fizeram a economia brasileira evoluir (é bom ressaltar que eu não elogio partido nenhum, os políticos estão recebendo MUITO dinheiro e que vem do meu bolso, qualquer coisa que façam a favor da população não é mais que obrigação).

Agora já se diz que o Brasil está em recessão, e que não tem nada de crise mundial, o problema é local mesmo. 2015 será um ano tenebroso pra qualquer um que assumir a presidência. A política assistencialista deve existir sim, mas em paralelo com a profissionalização dos assistencializados, porque se não a economia não vai girar. Muitos são os casos de gente que já saiu da situação de pobreza e continuam ganhando assistência, tem mta gente inadiplente quanto ao FIES, mas que não podem sertiradosdo direito de obter diploma, tem muita gente que fez financiamento pela CAIXA, está morando no imóvel e também não está pagando. 

Enfim, é preciso pensar mais além, traçar metas para que essas políticas não se eternizem, se não não haverá crescimento real. É preciso mudar.

sábado, 4 de outubro de 2014

Livre-arbítrio

"Livre arbítrio: poder, faculdade de decidir, de escolher, de determinar, dependente apenas da vontade."







Você escolheu onde iria nascer? Seus pais? Não??! Nem seu nome você escolheu? E se você nascesse cego, ia depender apenas da sua vontade para ser um mecânico industrial? Se você nascesse surdo/mudo? Sua vontade faria você aprender outros idiomas? Ou melhor, por querer, você conseguiria produzir algum som?

Você escolheu as músicas as quais iria gostar? Você não sofreu nenhuma influência ao escolher seu namorado(a), ou a cor do seu cabelo, ou o filme que vai assistir daqui a pouco? Se nenhum deles existissem? Certamente você teria outra escolha (e não haveria o vazio de querer algo que não existe, porque o que não foi não é).

O livre-arbítrio carrega em si muito do pensamento humanista, colocando o homem e seus anseios no centro de todo o universo. Será mesmo que o homem tem poder para efetuar sua vontade? Qual a autonomia quanto a mobilidade que um tetraplégico tem? Nenhum plano de saúde hipercaro com cobertura total, assistencia 24h etc, etc, etc te livra de um câncer, de uma dengue hemorrágica, para morrer basta estar vivo. 

A ciência responde tudo? O que existia antes do caos? Antes da "criação espontânea" de tempo e espaço? E antes desse período? 

O desejo de ter o controle é intrínseco do ser humano, e isso o faz criar a ideia de que pode algo. De que eu sou Deus. O cristão não foge disso, só que nele ocorre acrescentando uma maquiagem que nós chamamos de "fé".

Achamos que "fé" é mover a mão de Deus ao nosso favor, ao favor da "nossa vontade". Achamos que a nossa vontade de "fazer o bem" é que nos tornou dignos de salvação (algo que o Espírito Santo, através de Paulo, refuta de forma veemente ao dizer que somos salvos pela Graça, através da Fé (que é um dom dado por Deus), e não por obras, justamente para ninguém achar que foi "sua vontade" que o fez estar em comunhão com o Pai (Ef 2.8).

O livre-arbítrio fere a onipotência de Deus. Porque se eu quero uma coisa que Deus não quer, meu livre-arbítrio me coloca no direito de ter aquela coisa, a despeito da vontade de Deus.

A vontade de Deus sempre irá se cumprir, nenhum desígnio dEle pode falhar (Jo 42.2).

Deixemos nosso narcisismo, prepotência, egoncentrismo, humanismo de lado, e, humildemente, curvemos o rosto diante do único Ser que possui livre-arbítrio, pois tudo é dEle (tudo pertence a Ele), por Ele (tudo ocorre através/mediante dEle) e para Ele (tudo tem o fim nEle).

sábado, 6 de setembro de 2014

A pequena grande Nicole (nada melhor que o trocadilho mais manjado do mundo para um título! kkkkkk)!

(Esse blog está empoeiradíssimo... então hoje (hoje! rs) vou passar um pano leve por cima dos móveis dele somente em sua homenagem! rs)

Lembrar de você é ter a certeza da existência de um Deus que cuida de nós, e coloca gente em nossa volta para crescermos em sabedoria, estatura (ops! kkkkkkkkk) e graça, diante de Deus e dos homens. 

Nada na bíblia é por acaso, e ao lê-la nós entendemos que tudo ocorre de dentro para fora. O crescimento vem primeiramente diante de Deus, ao conhecê-Lo, ser revelado à Sua maravilhosa Graça. E a partir desse conhecimento podermos levar essa Graça (que não se refere exclusivamente ao favor imerecido, mas também à graciosidade, simpatia...nós vemos em atos que a igreja tinha a simpatia do povo) e conhecimento aos homens.

(Meu Deus, Ênedy, porque você sempre quer fazer de tudo um sermão? Pare com isso! kkkkkkkkkk)

É com muita alegria que eu vejo seu crescimento em conhecimento do que é eterno, pois isso tem faltado em muitas pessoas da nossa idade. A teologia não pode ser encarada como uma coisa distante, que pertence àqueles que entenderam um chamado específico ao ministério pastoral (sem zuera, por favor! u.u kkkkkkkkk), todos nós, cristãos, devemos nos entusiasmar e ter sede de Teologia, pois é no conhecimento de Deus que o Amor (lembrei de quando passamos semanas só falando sobre "o Amor" kkkkkkk) é em nós aperfeiçoado. Sempre se lembre disso!

Parei pra pensar aqui, te conheço há uns três anos, moça! É tempo, hein? Muitas foram as conversas, as recomendações musicais (sempre lembrando que você tem uma dívida eterna comigo..cof cof :P ), os desabafos, as análises psicológicas (kkkk) Enfim, é sempre bom crescer em comunhão e amor com outros integrantes da Igreja (com I, não com i! rs). Que nossa amizade esteja produzindo frutos relevantes ao Reino! :)



PS1: Poxa, não temos uma fotozinha sequer! :/ tá errado isso kkk
PS2: 19 ANOS? VEEEEIONAAAAAAAA, CARA! KKKKKKKKKKKKKK

quinta-feira, 15 de maio de 2014

(Pq deu vontade de postar...xD) - Sobre ser "do-contra"

Quando for adulto, não perca essa capacidade de ser do-contra, implicante e chato, por favor! Pois você sabe muito bem que você dizer o que pensa (o que, muitas vezes, os outros teriam receio de falar)  faz com que as pessoas fiquem confortáveis em ser sinceras com você.

Lembra daquele dia, em 2009, no seu último ano do CAS, que você decidiu que não ia ter mais vergonha de fazer o numero 2 em algum lugar? No início foi difícil, seus colegas tiravam onda com você, mas no fim perdeu a graça até pra eles, e anos depois todo mundo já sabia dessa sua capacidade de fazer cocô em qualquer lugar, sem vergonha ou inibição.

E quando você assumiu que não morria de amores por tomar banho? Que só tomava por ser necessário? Não foi fácil também. Mas depois você começou a achar graça, porque entre os amigos (do sesi, senai, da igreja) tinha um ou outro que não cheirava tão bem (fui bem eufemista ao usar esse termo, que fique claro! kkkk), mas que ninguém tinha coragem de falar com elas ou fazer alguma gracinha, enquanto que você era o que levava a fama de cascão, mas que nunca ficou fedendo (bem, pelo menos toda vez que você perguntava, diziam que não estava... ou será que as pessoas também não queriam te dizer? rs).

Inúmeras situações você já passou, muita coisa que você disse ou fez e as pessoas gastaram com sua cara. E você ficava intrigado, porque sabia que se a mesma coisa tivesse sido dita ou feita por outra pessoa, as reações seriam diferentes. E o oposto também é verdadeiro, muita coisa que disseram ou fizeram e que os outros não fizeram nada (às vezes até apoiavam!), você sabia que se fôsse você ia rolar zuera.

A questão toda está em sempre deixar os outros à vontade para falar quando você cometer algum erro. Em qualquer coisinha, desde um erro na escrita ou na fala, ou então ao falar uma coisa que não está de acordo com a Bíblia.
Sempre gaste com a cara dos outros, para eles se sentirem a vontade para gastar com a sua. Você sabe muito bem ir contra o convencional (quase nunca o convencional é o correto ou ideal, diga-se de passagem) é mais divertido, mais legal. Seguir a Cristo já é ser do-contra mesmo! :)


quinta-feira, 10 de abril de 2014

Sobre o complexo de superioridade

A humanidade não passa de uma fração de grão de areia na nossa galáxia (não vou nem falar em relação ao
Universo..rs). Nós não escolhemos ou pedimos para nascer, nós sabemos concretamente muito pouco a respeito deste Universo. Diferentemente do que se acreditava, nosso planeta não é o centro de tudo, somos só mais um planeta entre bilhões.

A Wikipedia  diz que complexo de superioridade "refere-se a um mecanismo subconsciente de compensação neurótica desenvolvido por um indivíduo como resultado de sentimentos de inferioridade".

E eu começo a imaginar que todo ser humano tem esse complexo. Todos nós, ao vermos que somos tão pequenos que só nosso país já nos parece gigante, procuramos algo que nos torne únicos, especiais.

Os nazistas encontravam em sua "raça" um motivo para serem superiores aos demais povos, que deveriam ser eliminados.
Os donos de escravos viam nestes um objeto que poderia ser utilizado para auxiliar aqueles que eram superiores no que fôsse preciso
O brasileiro não vai com a cara do argentino
Muitos sudestinos são melhores que os nordestinos
O baiano vê os estados de cima como seu terraço.

Sempre haverá alguém que se vê superior a outrem.

Motivos podem ser os mais diversos, por seguir uma ideologia, por chegar a certa conclusão, ou simplesmente porque alguém, um dia, se fez superior, e agora o feito inferior quer se vingar. Todos os motivos caem em um só: o ser humano quer ser notado.

Hoje eu fui vítima de um ciclo vicioso e que, por sua recorrência, é algo já tido como banal. O tal do "trote".
Apesar de não ter sido atingido física, o fui moralmente. Os tais veteranos simplesmente se colocaram na porta da sala, impedindo a passagem. Pedi licença, e em resposta só houve hostilidade: "tá pensando que vai pra onde?"; "qual é seu nome? qual é seu curso". Tentando permanecer calmo, pedi novamente licença, alegando que não queria nem iria participar do tal trote. Novamente, mais hostilidade. Consegui passar por duas garotas, mas ainda assim fui parado por outra garota (me pareceu ser a menor do grupo, que era, em totalidade, menor que eu), tentei forçar a passagem e ela disse para eu não tocá-la, pois a mesma não estava me segurando, e eu disse que ela estava impedindo a minha passagem. 

Finalmente, um rapaz, que pareceu ser o líder do grupo, chegou do meu lado e falou civilizadamente comigo: "Cara, essa é uma experiência que você não terá nunca mais na vida, é especial!". Repeti que não queria e ele assentiu, só assim a garota saiu de minha frente e pude me deslocar. E então eles entraram na sala, que havia cerca de 13 colegas meus. Enquanto andava pelo corredor, ouvi uma das garotas dizer "Fecha a porta aí, não vai sair ninguém!". 

Chegando na escada me encontrei com a professora que tinha dado aula, e ela me disse: "Você conseguiu sair de lá? Eles não fizeram nada?", com uma cara super espantada. Conversamos um pouco a respeito da falta de propósito no trote, da maneira como ele é feito e tal, e depois fui para casa, ainda um pouco transtornado pela situação que fui obrigado a passar.

Desde que passei na UFBA eu tive certeza de que não participaria de qualquer evento relativo ao trote. Sim, sou chato, e sabia qual era o verdadeiro significado por trás dessa aparente ingênua "boas-vindas". Aquilo nada mais é do que poder. Os veteranos se julgam no poder (inclusive, enquanto ainda estava em aula, ouvi alguém no corredor falar alto: "O comando aqui é nosso!"),  e pesquisando o contexto histórico do trote, enxergaremos que não é nada mais que isso. O veterano se julgando superior ao calouro.

Já ouvi muitos motivos de veteranos, porque eles se chateiam pelo calouro achar que a faculdade é uma maravilha, por status, ou simplesmente querendo se vingar em outra pessoa pelo trote que já tomou.

A coisa já começa pelo termo "trote". Que vem da velocidade do cavalo, entre uma marcha lenta e o galope. O cavalo é treinado, domesticado durante o trote. E a ideia é de que, com o trote, o veterano pudesse mostrar ao calouro quem estava no comando.

A origem de "vestibular" também é interessante.  Os candidatos aos cursos das primeiras universidades europeias não podiam frequentar as mesmas salas que os veteranos e, portanto, assistiam às aulas a partir dos "vestíbulos" - local em que eram guardadas as vestimentas dos alunos. "As roupas dos novatos eram retiradas e queimadas, e seus cabelos, raspados. Essas atividades eram justificadas sobretudo pela necessidade de aplicação de medidas profiláticas (higiênicas, de limpeza) contra a propagação de doenças".

Eu não vi nada de recepção ou boas-vindas naquilo que aqueles veteranos estavam fazendo. Eles queriam me obrigar a participar daquele ato, foram hostis.

Sou muito apegado a símbolos, significados, e eu nunca iria me submeter a algo que remete a inferiorização de alguém, por mais maquiada de "quebra-gelo, recepção" que aquilo seja.

Voltando ao que eu disse no início, o sentimento de superioridade invade cada um de nós. O veterano se acha no direito de, contra a vontade do calouro, fazer algum tipo de brincadeira com ele (por mais ou menos bem intencionada que seja). O calouro, em poucos semestres, será invadido por esse sentimento de superioridade também.

Foi o que aconteceu quando eu saí do SESI, meses depois de concluir o ensino médio e estar no SENAI, muitos colegas meus já tratavam os sesianos como guris, inferiores. Foi o que aconteceu quando entramos no SESI, e passávamos no SENAI para almoçar, os que estavam no lugar que três anos depois nós estaríamos nos olhavam e riam de nós.

É o que acontece quando alguém que nasceu nas décadas de 60, 70, vê jovens com diversões que, para eles, são completamente fúteis, e que na época deles a infância era mais divertida, o namoro. Dizem que essa geração é perdida, como se já tivesse havido alguma "geração salva" na terra. É o que acontece com quem nasceu na década de 90, que acha que sua infância foi melhor do que a das crianças de hoje.

Sempre houve o complexo de superioridade, sempre haverá.

"O que foi, isso é o que há de ser; e o que se fez, isso se fará; de modo que nada há de novo debaixo do sol. Há alguma coisa de que se possa dizer: Vê, isto é novo? Já foi nos séculos passados, que foram antes de nós.
(Eclesiastes 1:9-10)"